Vai dar certo

André Mendonça não terá dificuldade para ser aprovado em sabatina, diz Bolsonaro

Por Mais Ceará em 06/10/2021 às 12:01:05

Em um Simpósio da Cidadania Cristã na última terça-feira, 05, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse acreditar que não haverá dificuldade na aprovação do nome de André Mendonça pelo Senado Federal para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF), após a saída do ministro Marco Aurélio. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o senador Davi Alcolumbre, tem se recusado a marcar a sabatina do indicado, apontado para a vaga por Bolsonaro em 13 de julho, há quase três meses.

Bolsonaro teria consultado lideranças evangélicas da possibilidade dele indicar um outro nome, mas ouviu dos representantes religiosos de que Mendonça continua sendo o favorito. Durante o evento de ontem, o presidente voltou a reafirmar sua confiança no ex-ministro da Justiça. “Apesar dele ser baixinho, pouco baixo, cabeça um pouco pequena, ele tem uma bagagem cultural imensa, sabe tudo sobre Direito e é terrivelmente evangélico. A gente espera que ele seja aprovado. Eu não indico para o Supremo, eu indico para o Senado. Há uma sabatina”, disse Bolsonaro. Na mesma ocasião, o presidente voltou a afirmar que pediu apenas duas coisas ao futuro ministro do STF: “primeiro que toda semana quando ele iniciar seu trabalho, que ele peça dois minutos e faça uma oração dentro do Supremo. E outra que veio do coração, nós sabemos que quem esquece o seu passado está condenado a não ter futuro, ele é uma pessoa humilde, e falei para ele que quero, todo mês, tomar com ele uma tubaína”.

Jair Bolsonaro ainda defendeu que os três poderem sigam na mesma direção para garantir que o país ande para a frente. André Mendonça participou ontem do encontro com evangélicos e admitiu que se surpreendeu com a indicação de Bolsonaro. “Aos 16 anos, nem faculdade de Direito eu queria fazer, porque eu queria ir para o seminário. Eu fui para cumprir uma determinação do meu pai: "primeiro faça a sua faculdade". Eu nem concurso público iria fazer. Sai da faculdade querendo ir para o seminário. Meu pai falecido e minha mãe disse que primeiro eu teria que ter um emprego. Eu entro na AGU em fevereiro de 2000 e no mesmo mês entrei no seminário”, comentou.

*Com informações da repórter Luciana Verdolin

Fonte: JP

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